O governo brasileiro concluiu, após reunião com prefeitos e governadores realizada nesta terça-feira, que será necessário acelerar os trabalhos para a Copa do Mundo de 2014, disse o ministro do Esporte, Orlando Silva, que apontou a necessidade de rápidos investimentos na área de transportes.
Por outro lado, o ministro do Esporte afirmou que os compromissos do Brasil para sediar a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 não serão impactados pelas denúncias de corrupção na Fifa.
"As denúncias que envolvem a Fifa são temas internos da Fifa, examinados pelo comitê de ética da entidade. Isso impacta exclusivamente o trabalho da Fifa", disse o ministro a jornalistas, após reunião da presidente Dilma Rousseff com prefeitos e governadores.
"Os compromissos para a Copa das Confederações e para a Copa de 2014 serão cumpridos plenamente. Não impacta em nada o trabalho do país", acrescentou, antes de dizer que o tráfego aéreo continuará na casa de dois dígitos até 2014.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Apenas 7,8% dos pelo menos R$ 6,4 bilhões que serão gastos na construção e reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014 foram executados a três an
O volante Emerson, ex-capitão da Seleção Brasileira, receberá, nesta quinta-feira, às 14h, representantes do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 em seu projeto social Fragata Futebol Clube, inaugurado no ano passado, em Pelotas. "A expectativa é grande e estou confiante de que o Fragata Futebol Clube atenderá a todas as exigências da Fifa. Aproveitei que tive a oportunidade de adquirir experiência nos meus dez anos de Seleção Brasileira e também em duas Copas do Mundo para fazer determinadas obras e preparar o clube para servir como CT para as seleções", afirmou o ex-jogador.
O clube passará por uma vistoria por ter sido pré-selecionado para servir como Centro de Treinamento de Seleções para a Copa de 2014. Os representantes da Fifa deverão chegar a Pelotas por volta das 11 horas e, antes da inspeção, pretendem visitar pontos estratégicos da cidade gaúcha para uma avaliação mais completa.
Após a visita, Emerson, dirigentes e os representantes da Fifa concederão entrevista no local. "É um prazer continuar dando minha contribuição de alguma forma ao Brasil mesmo depois de encerrar a carreira. Sei que o país vive a expectativa de fazer um grande Mundial e espero ter a chance de ajudar", disse Emerson, que disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2006 pela Seleção Brasileira.
O clube passará por uma vistoria por ter sido pré-selecionado para servir como Centro de Treinamento de Seleções para a Copa de 2014. Os representantes da Fifa deverão chegar a Pelotas por volta das 11 horas e, antes da inspeção, pretendem visitar pontos estratégicos da cidade gaúcha para uma avaliação mais completa.
Após a visita, Emerson, dirigentes e os representantes da Fifa concederão entrevista no local. "É um prazer continuar dando minha contribuição de alguma forma ao Brasil mesmo depois de encerrar a carreira. Sei que o país vive a expectativa de fazer um grande Mundial e espero ter a chance de ajudar", disse Emerson, que disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2006 pela Seleção Brasileira.
Estádios da Copa receberam 7,8% de recursos previstos, aponta estudo
Apenas 7,8% dos pelo menos R$ 6,4 bilhões que serão gastos na construção e reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014 foram executados a três anos do início do Mundial, apontou, nesta sexta-feira, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o coordenador do núcleo de esportes da instituição, Istvan Karoly, os investimentos em infraestrutura nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo também estão bastante atrasados.
"Em termos de agilidade de investimentos há uma lentidão muito grande e estamos andando nessa preparação a passos de cágado", disse o economista da FGV a jornalistas na apresentação do relatório.
O estudo colocou em R$ 6,4 bilhões o custo total de preparação dos 12 estádios do Mundial, dos quais até agora foram aplicados R$ 505 milhões. As intervenções em mobilidade urbana, aeroportos e saneamento, entre outros, devem demandar R$ 22,3 bilhões, de acordo com números da FGV, mas até o momento somente 8% saíram do papel.
O relatório indica que as arenas de Salvador e Belo Horizonte são as mais adiantadas, mas mesmo assim o ritmo ainda é lento. Em Minas Gerais, os desembolsos para a reforma do Mineirão chegaram a 13% do investimento previsto em R$ 666 milhões e, em Salvador, as aplicações somam 16,9% de uma obra orçada em R$ 591 milhões.
Em contrapartida, as arenas de Natal e São Paulo estão praticamente na estaca zero e as duas cidades já foram descartadas da Copa das Confederações, que acontecerá um ano antes do Mundial.
De acordo com o coordenador do núcleo de esportes da instituição, Istvan Karoly, os investimentos em infraestrutura nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo também estão bastante atrasados.
"Em termos de agilidade de investimentos há uma lentidão muito grande e estamos andando nessa preparação a passos de cágado", disse o economista da FGV a jornalistas na apresentação do relatório.
O estudo colocou em R$ 6,4 bilhões o custo total de preparação dos 12 estádios do Mundial, dos quais até agora foram aplicados R$ 505 milhões. As intervenções em mobilidade urbana, aeroportos e saneamento, entre outros, devem demandar R$ 22,3 bilhões, de acordo com números da FGV, mas até o momento somente 8% saíram do papel.
O relatório indica que as arenas de Salvador e Belo Horizonte são as mais adiantadas, mas mesmo assim o ritmo ainda é lento. Em Minas Gerais, os desembolsos para a reforma do Mineirão chegaram a 13% do investimento previsto em R$ 666 milhões e, em Salvador, as aplicações somam 16,9% de uma obra orçada em R$ 591 milhões.
Em contrapartida, as arenas de Natal e São Paulo estão praticamente na estaca zero e as duas cidades já foram descartadas da Copa das Confederações, que acontecerá um ano antes do Mundial.
Brasil trabalha contra relógio a três anos da Copa do Mundo

A Arena das Dunas, em Natal, é o estádio mais atrasado para a Copa de 2014
Foto: CBF/Divulgação
Correndo contra o tempo e tentando driblar a preocupação da Fifa com o ritmo lento das obras, o Brasil se prepara para a Copa do Mundo de 2014, que começará daqui a exatos três anos, no dia 13 de junho de 2014. Até agora, apenas 7,5% das obras foram terminadas, segundo uma recente reportagem da revista Veja. A publicação calculou que, no ritmo atual, o Brasil só conseguirá terminar os estádios em 2038. Os estádios, os aeroportos e o transporte urbano são as principais dores de cabeça para os organizadores, que trabalham contra o relógio. As autoridades brasileiras querem uma Copa do Mundo com 12 estádios e 12 cidades, mas os atrasos no início das obras já ameaçam várias delas.
Dos sete estádios novos, o mais atrasado é o de Natal, onde ainda não começaram os trabalhos de demolição da antiga arena, previstos para começar em julho. Em São Paulo, há duas semanas começou a construção da provável sede da abertura, ainda sem saber quem pagará o custo das exigências da Fifa, que incluem a ampliação da capacidade da arena para 65 mil lugares.
As obras estão mais avançadas nos cinco estádios que só precisam de reformas, à exceção de Curitiba, onde ainda não começaram os trabalhos. Já no Maracanã, sede da final, as obras já completaram nove meses. Os arquitetos pretendem concluir a reforma no final de 2012, a tempo para a Copa das Confederações. O custo da reforma, orçada inicialmente em US$ 285 milhões, já saltou para US$ 590 milhões, um aumento de cerca de 35%.
Na semana passada, o deputado e ex-jogador Romário alertou no Congresso que o preço dos estádios se multiplicou por quatro. A maioria das licitações para reformas em aeroportos, orçadas em US$ 3.475 milhões, estão pendentes. No transporte urbano, o panorama é ainda mais desolador, com pelo menos cinco cidades em "estado crítico", segundo uma reportagem publicada neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Em Manaus, a Promotoria suspendeu a licitação de uma linha de 20 quilômetros de trem, preocupada com a viabilidade do projeto, e o Governo regional já admite que não poderá construí-lo. O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse em maio que as cidades que carecem de infraestrutura adequada de transporte serão excluídas.
O Governo brasileiro recebeu o recado, e a presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião de urgência com as autoridades locais para que as obras comecem a andar. O Congresso prevê a votação, nesta semana, de uma emenda para a lei de licitações públicas, com o intuito de acelerar a concessão das obras. No entanto, a oposição resiste, porque acredita que a nova lei só serviria para minguar a transparência e facilitar a corrupção.
A ampliação da capacidade hoteleira também preocupa. Em algumas cidades do interior faltam quartos e os projetos ainda não arrancaram. Para acelerar a construção de hotéis, o Governo estuda duplicar a linha de créditos ao setor, com ajuda do BNDES, disse um de seus diretores na semana passada.
Dilma diz que obras da Copa e da Olimpíada estarão prontas a tempo
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira que, apesar dos atrasos, as obras para a Copa do Mundo de futebol que o Brasil vai organizar em 2014 e para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 serão concluídas a tempo.
"Sem dúvida" (que as obras serão realizadas a tempo)", afirmou a presidente em uma coluna para jornais regionais publicada às terças-feiras e na qual responde a perguntas de cidadãos.
Dilma Rousseff explicou que a Presidência está trabalhando em conjunto com os governos estaduais e as prefeituras das cidades responsáveis pelas obras, e que acordaram reuniões periódicas para avaliar os avanços dos projetos.
"Já tivemos um primeiro encontro e vamos nos reunir a cada três meses para acompanhar o cronograma das obras", afirmou.
A governante disse que, das 12 cidades que serão sede da Copa do Mundo de 2014, 11 já fizeram as licitações para a construção ou reforma de seus estádios e dez já iniciaram as obras dos cenários esportivos.
Dilma Rousseff ainda esclareceu que a única cidade que ainda não lançou licitação foi São Paulo, possível sede do jogo de abertura da Copa do Mundo, porque o estádio da maior metrópole do país será construído pela iniciativa privada.
Aeroportos
A presidente acrescentou que a Infraero, responsável pela administração dos aeroportos "está em plena execução de seu programa de investimentos para ampliar a capacidade e melhorar os serviços privados".
Como reconhece a própria CBF, além dos estádios, os maiores atrasos e preocupações são justamente os aeroportos, que não teriam neste momento capacidade para receber os milhões de visitantes esperados.
Dilma Rousseff disse que seu governo investirá R$ 5,5 bilhões na ampliação e na reforma dos aeroportos. "As obras seriam necessárias inclusive sem a Copa e os Jogos Olímpicos devido ao aumento do movimento nos aeroportos pela elevação da renda dos brasileiros", afirmou.
Segundo a presidente, o governo repassou a concessão a empresas privadas das obras e a administração de alguns aeroportos, como o internacional de São Paulo e o de Brasília. O governo ainda está estudando o melhor modelo para administrar os aeroportos do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.
"Para coordenar todo esse trabalho criamos a Secretaria Nacional de Aviação Civil, com status de Ministério. Com estas e várias outras medidas tenho certeza que faremos uma grande Copa e grandes Jogos Olímpicos", concluiu a presidente.
A Fifa advertiu que, a três anos exatos da partida de abertura da Copa do Mundo de 2014, Brasil corre contra o relógio para executar as obras, que avançam em ritmo lento e com orçamentos superiores aos inicialmente previstos.
Na semana passada, o deputado federal e ex-jogador Romário alertou no Congresso que o preço dos estádios se multiplicou por quatro, de US$ 1,1 bilhão em 2007 para US$ 4,420 bilhões, calculados recentemente.
"Sem dúvida" (que as obras serão realizadas a tempo)", afirmou a presidente em uma coluna para jornais regionais publicada às terças-feiras e na qual responde a perguntas de cidadãos.
Dilma Rousseff explicou que a Presidência está trabalhando em conjunto com os governos estaduais e as prefeituras das cidades responsáveis pelas obras, e que acordaram reuniões periódicas para avaliar os avanços dos projetos.
"Já tivemos um primeiro encontro e vamos nos reunir a cada três meses para acompanhar o cronograma das obras", afirmou.
A governante disse que, das 12 cidades que serão sede da Copa do Mundo de 2014, 11 já fizeram as licitações para a construção ou reforma de seus estádios e dez já iniciaram as obras dos cenários esportivos.
Dilma Rousseff ainda esclareceu que a única cidade que ainda não lançou licitação foi São Paulo, possível sede do jogo de abertura da Copa do Mundo, porque o estádio da maior metrópole do país será construído pela iniciativa privada.
Aeroportos
A presidente acrescentou que a Infraero, responsável pela administração dos aeroportos "está em plena execução de seu programa de investimentos para ampliar a capacidade e melhorar os serviços privados".
Como reconhece a própria CBF, além dos estádios, os maiores atrasos e preocupações são justamente os aeroportos, que não teriam neste momento capacidade para receber os milhões de visitantes esperados.
Dilma Rousseff disse que seu governo investirá R$ 5,5 bilhões na ampliação e na reforma dos aeroportos. "As obras seriam necessárias inclusive sem a Copa e os Jogos Olímpicos devido ao aumento do movimento nos aeroportos pela elevação da renda dos brasileiros", afirmou.
Segundo a presidente, o governo repassou a concessão a empresas privadas das obras e a administração de alguns aeroportos, como o internacional de São Paulo e o de Brasília. O governo ainda está estudando o melhor modelo para administrar os aeroportos do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.
"Para coordenar todo esse trabalho criamos a Secretaria Nacional de Aviação Civil, com status de Ministério. Com estas e várias outras medidas tenho certeza que faremos uma grande Copa e grandes Jogos Olímpicos", concluiu a presidente.
A Fifa advertiu que, a três anos exatos da partida de abertura da Copa do Mundo de 2014, Brasil corre contra o relógio para executar as obras, que avançam em ritmo lento e com orçamentos superiores aos inicialmente previstos.
Na semana passada, o deputado federal e ex-jogador Romário alertou no Congresso que o preço dos estádios se multiplicou por quatro, de US$ 1,1 bilhão em 2007 para US$ 4,420 bilhões, calculados recentemente.
Jornal: exigências da Fifa podem triplicar custo de gramados da Copa

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o custo dos gramados dos estádios brasileiros para a Copa do Mundo de 2014 pode triplicar para atender a possíveis novas exigências da Fifa. A entidade estuda aumentar a rigorosidade em relação aos relvados para evitar o desgaste dos campos visto na edição de 2010, na África do Sul.
Entre os novos requisitos que podem ser exigidos pela Fifa, estão o plantio da grama até quatro meses antes do uso, reforço abaixo do gramado para dar mais firmeza às raízes e drenagem a vácuo, para acabar com poças de água. Com isso, o preço da grama pode pular de R$ 1,5 milhão para R$ 5 milhões.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
veja como está o andamento das obras no Independência




O Independência está em obras desde o início do ano passado e a data de reinauguração já foi remarcada várias vezes. Inicialmente prevista para setembro de 2010, ela passou para outubro, depois foi alterada para o primeiro semestre deste ano e, agora, América, Atlético e Cruzeiro vivem a expectativa de ter um estádio para mandar seus jogos em BH a partir do início do ano que vem. Enquanto isso, seguem as obras no estádio do Horto, que começou a ganhar mais corpo com a colocação das arquibancadas.
Assinar:
Postagens (Atom)